terça-feira, 10 de junho de 2008

Resposta para a Viki e Ana Mano

Minhas Lindas, vou-vos ensinar um ditado que os portugueses usam vezes demais, na minha opinião: "A galinha da minha vizinha é sempre melhor do que a minha!" Mentira! Podem ser diferentes, mas a galinha da minha vizinha não tem que ser melhor do que a minha. Portanto, minhas Queridas, eu peço-vos que, se gostam de mim como dizem, olhem para as vossas Avós como elas são e vejam-nas como umas grandes Avós. Amem-nas, respeitem-nas, mimem-nas, porque elas estão a fazer aquilo que é preciso no lugar e no tempo que é preciso.
Não estão aqui em África? Não, mas quase de certeza estão aí a fazer coisas muito precisas. Estão a trabalhar, a ajudar os filhos, a mimar os netos. Nunca comparem ninguém, porque nós só vemos pelo lado de fora, não vemos as pessoas por dentro.
Agora, também não quero que fiquem a pensar que fiquei triste ou aborrecida com os vossos comentários! Nada disso! Gostei muito de saber que apreciam o que eu faço, mas (outro ditado...) " o seu a seu dono". Sabem de que é que eu gostaria agora? Seria que vocês, pessoalmente ou pelo telefone, dessem um grande abraço e um grande beijo aos vossos Avós, ele e ela. Pode ser?
Beijinhos, minhas Lindas, da Avó Pirueta e que Deus vos abençoe.

5 comentários:

besbertocharrua disse...

ó nhávó atão quisto é mêmo o cêntro da vila e qué aqui ca pássa óberigatóriamênte o terânsite tôde e prédo nôvo táva lá uma caza munte linda ca faxáda tarbalháda e caté éra a farmáça e quera óbrigade a fícáre inguále e atão na é qué mintira? caquilo é do ome mái rico da térra e tá dito... e adonde tá o muzeu ca na é muzeu cagente tem um munte linde e quiste é um prédo abandunádo co dôno tá a muráre dum nôvo e qué rico e na arranja êste ca na tárda cái por cima dagente qué uma vergônha qué o cêntero perincipále da vila e atão caquela caza munte bunita fica aqui lógue do ládo dirêito e ca paréce mintira né e cando o mô genre pudére quele tira o retráto ó conterário e lógo percébe.
muntes abracinhes dagente

Maria do Carmo Cruz disse...

Pois eu logo que vi que a coisa ainda tinha mais que se lhe dissesse. Até porque o Cumpadre Besberto num é dintrigas, nã Senhore. Mas eu percebi logo de que lado vinha a chuva, sabe? Isto é um diacho de uma vida, só há olhos para os probezinhos, quando vestem uma camisa lavada e passada a ferro. Ninguém se alembra de perguntar com que é que o rico foi comprar o Rolex de ouro, ele que mal sabe ver as horas, que tem quem lhas diga. Enfim, coisas da vida, queste mundo está furado e já não há latoeiros para lhe porem um fundo...
Abraços para vocemecês os dois. E pra sua menina e pró genro, que deve ser boa pinta, senão vocemecê nem nele falava...

Licas disse...

Olá Avó

Realmente gostei de sentir a sua humildade! Muitas vezes os mais novos, sobretudo eles,porque têm menos experiência de vida, deixam-se penetrar exaustivamente pela forma de estar ou viver de terceiros e sobretudo quando não pertencem à sua família.
Às vezes é uma ilusão e todos temos junto a nós pessoas maravilhosas que constantemente nos dão lições de vida.
Às vezes pessoas tão simples e com tão pouca cultura!!!
Claro que impressiona, sabê-la aí, sem família a dedicar-se aos outros, mas reconheço e tenho a força para o dizer, que essa foi a sua escolha, a sua opção de vida.
Disse-me na primeira vez que me escreveu, que muitas vezes há pessoas que não aceitam nem valorizama as mãos que lhes estendemos. É verdade! Provavelmente farta de que isso lhe tivesse acontecido, estendeu os seus braços a esses pequeninos. Bem Haja por isso.
Mas a realidade é que mesmo ao nosso lado há grandes, penosos e valiosos projectos de vida.
Gostei pois que tivesse a humildade de chamar a atenção para essa realidade, embora, digo-o bem alto: EU ADMIRO-A MUITO:

Não fui à Lai, mas não deixei de comer uns ricos bolinhos, com um chá de maçã e canela.

Um beijinho
Licas

Licas disse...

Olá Avó

Realmente gostei de sentir a sua humildade! Muitas vezes os mais novos, sobretudo eles,porque têm menos experiência de vida, deixam-se penetrar exaustivamente pela forma de estar ou viver de terceiros e sobretudo quando não pertencem à sua família.
Às vezes é uma ilusão e todos temos junto a nós pessoas maravilhosas que constantemente nos dão lições de vida.
Às vezes pessoas tão simples e com tão pouca cultura!!!
Claro que impressiona, sabê-la aí, sem família a dedicar-se aos outros, mas reconheço e tenho a força para o dizer, que essa foi a sua escolha, a sua opção de vida.
Disse-me na primeira vez que me escreveu, que muitas vezes há pessoas que não aceitam nem valorizama as mãos que lhes estendemos. É verdade! Provavelmente farta de que isso lhe tivesse acontecido, estendeu os seus braços a esses pequeninos. Bem Haja por isso.
Mas a realidade é que mesmo ao nosso lado há grandes, penosos e valiosos projectos de vida.
Gostei pois que tivesse a humildade de chamar a atenção para essa realidade, embora, digo-o bem alto: EU ADMIRO-A MUITO:

Não fui à Lai, mas não deixei de comer uns ricos bolinhos, com um chá de maçã e canela.

Um beijinho
Licas

BC disse...

Regressei avó!
Ainda um pouco cansada,muita coisa a organizar.
Correu tudo muito bem, houve como sempre muita partilha.
Não vou contar minuciosamente mas gostava.
Existem coisas que não se descrevem por palavras, apenas se sentem, e nós sentimos, temos dentro de nós sentimentos bonitos de partilha, de amizade, de união e temos a porta aberta sempre a mais alguém.
Deixei o comentário na Fátima .
Adore adorei a surpresa.
Esperem pela resposta.
Beijinhos avó, até logo!!!