De cor, vou lembrar uma história que me chegou há anos às mãos, em pps, via e-mail. Só que eu ainda não sei fazer essas habilidades e então vou contar:
Era uma vez dois homens, na flor da idade, árabes, que iam fazer uma longa viagem juntos para tratar de um negócio. Cada um no seu camelo, iam conversando e, no meio de uma conversa, um deles irritou-se e deu uma bofetada ao Amigo.
O Amigo desceu do camelo, pegou num pauzinho, e escreveu na areia "Hoje, o meu melhor Amigo deu-me uma bofetada". Voltou a subir para o camelo, sem uma palavra e, tempos depois, encontraram um rio daqueles tumultuosos e efémeros que aparecem no deserto. Os dois lançaram-se à água mas o que tinha levado a bofetada começou a ser arrastado pela corrente e o Amigo salvou-o.
Sempre calado, o Amigo salvo começou a gravar numa pedra: "Hoje, o meu melhor Amigo salvou-me a vida!"
E o salvador perguntou: - Por que escreveste na areia quando te bati e estás aí a gravar na pedra que te salvei?
- Porque nós devemos escrever as ofensas na areia para que um simples golpe de vento as faça desaparecer mas gravar na pedra as coisas boas, para que perdurem para sempre.
Sem comentários mas com um desejo muito profundo: Quem me dera que eu soubesse reagir sempre assim!
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sábado, 12 de julho de 2008
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