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domingo, 4 de maio de 2008

FILHOS

Filhos! Que coisa extraordinária! Permitam-me que fale apenas do ponto de vista feminino. Somos Mães porque temos Filhos e isso traz-nos qualquer coisa de divino. Sentir crescer aquele ser dentro de nós, senti-lo mover-se pela primeira vez, sonhar com ele antes de ele nascer, falar com ele… E depois, aquele momento em que o vemos pela primeira vez: como ele nos parece maravilhoso, o mais belo do mundo! Começamos a sonhar por ele, para ele e com ele e essa tarefa nunca mais nos abandona até ao fim, julgo eu.
Tive a felicidade de ter sentido por três vezes estas emoções, que depois se multiplicam nos Netos, numa cadeia de Afectos que nunca mais finda. Por favor, deixem-me ser agora um pouco prosaica e dizer que não tenho dúvidas de que há mulheres que dão à luz e não são Mães. E outras que nunca sentiram um ser vivo no seu ventre e o são. Mas nem por isso devemos descrer de que não há Amor mais incondicional do que o materno.
Ouso dizer que não amo os meus três filhos de igual maneira, porque eles são diferentes e cada um é cada um. Mas se houvesse balança para pesar o Amor, sei que ela ficaria equilibrada, sem um grama de diferença.
Depois, maravilhosamente, Deus deu-me a possibilidade de ter filhos do coração. De todos os tamanhos e idades. Quase em todos os continentes. E também eles me suscitam este sentimento de realização plena. Por todas as Mães, com todas as Mães, Obrigada, Senhor!